A chuva incansável ecoa,
na janela do meu quarto,
Um som liquefeito
entre raios e trovões;
Confunde meus pensamentos,
Parece que o mundo, a grande Gaia
Enojou-se de tudo e de todos.
Há uma balbúrdia de ventos lá fora,
Um céu que se fere a trilhões de volts
E não há anjos e nem deuses, senão a ânsia.
Aqui dentro há um menino perdido e com medo:
Não entende por que é tão pequeno,
Porque é tão pequeno...
A chuva incansável ecoa,
na janela do meu quarto,
Um som liquefeito
entre raios e trovões;
Confunde meus pensamentos,
Parece que o mundo, a grande Gaia
Enojou-se de tudo e de todos.
Há uma balbúrdia de ventos lá fora,
Um céu que se fere a trilhões de volts
E não há anjos e nem deuses, senão a ânsia.
Aqui dentro há um menino perdido e com medo:
Não entende por que é tão pequeno,
Porque é tão pequeno...
Tenho pena de mim
Eu sem você agora...
Uma estrela explode
Mil meteoros atingem
O meu coração :
Oh, sim
O big bang é verdade!
Espalha-me o caos...
Desordeno-me sideralmente...
O meu vazio é logo ali
Entre as galáxias
Que não se encontram
Eqüidistantes
Algo infinito
Não, não, infinito é o só
O sol do amor
A loucura fascinante dos astros
E todo o seu equilíbrio

Nenhum comentário:
Postar um comentário